Da descoberta
ao fechamento
Funil de três camadas que transforma custo de anúncio em sistema de aquisição — usando conteúdo educacional como cavalo de Tróia comercial.
três camadas
Curso de Projetista Comercial
O cavalo de Tróia. Não fala em equipamento. Fala em formação, credenciamento e oportunidade.
Público-alvo: donos de estabelecimentos food service + empreendedores do setor + quem pesquisa concorrentes da Electa.
A linguagem do ROI
Quem viu o curso mas não converteu. Agora fala de resultado — números reais, retorno calculado.
Público: visitantes do curso que não se inscreveram + inscritos que não engajaram com as soluções Electa.
Técnico e direto
Quem engajou com o ROI mas não converteu. Agora está pronto para o produto. Detalhes, vantagens, especificações.
Público: visitantes das landing pages de ROI + engajamentos qualificados nos anúncios anteriores.
banner fala
Credencie-se como
Projetista Comercial
Formação gratuita · Certificado incluso
Vagas limitadas por região
−1 funcionário
na produção
Mesmo volume. Estação paga
em 8 meses de folha economizada.
Projetada para
alto volume
Produção contínua · Montagem ergonômica
Integração com exaustão
segmento
Program
Perfil do parceiro ideal
Profissional com relacionamento ativo no food service da região. Ex-vendedor, representante, gerente de área. Conhece o cliente — não conhece projeto. Chega como consultor, não com pasta de vendas.
Por que não arquiteto
Arquiteto comercial tem ego que atrapalha. Prefere assinar o projeto do que dividir a venda. Melhor como fornecedor preferencial do que parceiro formal. O vendedor que vira projetista é mais maleável e mais motivado pela comissão.
Certificado como ativo de marketing
Cada certificado emitido é um micro-influenciador no segmento. O parceiro posta no LinkedIn e Instagram — "certificado em projeto comercial food service pela Electa." A Electa aparece sem pagar por isso.
→ "Electa Institute" como marca da formaçãoO que o parceiro recebe
Formação gratuita, certificado com validade de 2 anos, acesso ao CRM Odoo, material de ROI por segmento, e comissão generosa nos fechamentos que originou.
canal de descoberta
Modelo de distribuição
Produto gratuitoCurso gratuito publicado
Projetista Comercial Food Service — Electa. Visível na plataforma para quem busca formação no setor.
Links de afiliado por parceiro
Cada parceiro tem seu link único. Divulga nas próprias redes e relacionamentos. A cada lote de inscritos via link dele, recebe comissão.
R$25 por lote de inscrições · Lote a definir (10 ou 20)Dois públicos simultâneos
Futuro parceiro que quer se desenvolver profissionalmente. Dono de estabelecimento que consume o conteúdo de ROI e vira lead da Electa.
Campanha Meta de descoberta
Ads pagos pela Electa direcionando tráfego frio para o curso. Custo por clique mais eficiente que propaganda de equipamento pura.
Criativo: "Credencie-se como Projetista Electa Food Service"Material de vendas disfarçado de educação
O conteúdo do curso é o argumento de venda da Electa. Quem assiste o módulo de ROI já foi convencido antes de receber uma proposta. Não é material de apoio — é a própria campanha.
Custo de aquisição mais inteligente
R$25 por lote pago ao afiliado é custo de lead qualificado, não de clique genérico. Quem se inscreveu num curso de projetista food service tem intenção declarada — seja como parceiro ou como potencial cliente.
Sem dependência de afiliado motivado
O afiliado não precisa vender — só distribuir o link. Baixa fricção para ele, distribuição orgânica para a Electa. O ads pago garante o volume principal.
Sequência Meta integrada
Quem ve o anúncio do curso → entra no curso → vira público para remarketing de ROI → vira público para remarketing técnico. Um lead que entrou pelo Hotmart percorre o funil completo automaticamente.
funciona
passos
Da descoberta
ao fechamento
Funil de três camadas que transforma custo de anúncio em sistema de aquisição — usando conteúdo educacional como cavalo de Tróia comercial.
três camadas
Curso de Projetista Comercial
O cavalo de Tróia. Não fala em equipamento. Fala em formação, credenciamento e oportunidade.
Público-alvo: donos de estabelecimentos food service + empreendedores do setor + quem pesquisa concorrentes da Electa.
A linguagem do ROI
Quem viu o curso mas não converteu. Agora fala de resultado — números reais, retorno calculado.
Público: visitantes do curso que não se inscreveram + inscritos que não engajaram com as soluções Electa.
Técnico e direto
Quem engajou com o ROI mas não converteu. Agora está pronto para o produto. Detalhes, vantagens, especificações.
Público: visitantes das landing pages de ROI + engajamentos qualificados nos anúncios anteriores.
banner fala
Credencie-se como
Projetista Comercial
Formação gratuita · Certificado incluso
Vagas limitadas por região
−1 funcionário
na produção
Mesmo volume. Estação paga
em 8 meses de folha economizada.
Projetada para
alto volume
Produção contínua · Montagem ergonômica
Integração com exaustão
segmento
Program
Perfil do parceiro ideal
Profissional com relacionamento ativo no food service da região. Ex-vendedor, representante, gerente de área. Conhece o cliente — não conhece projeto. Chega como consultor, não com pasta de vendas.
Por que não arquiteto
Arquiteto comercial tem ego que atrapalha. Prefere assinar o projeto do que dividir a venda. Melhor como fornecedor preferencial do que parceiro formal. O vendedor que vira projetista é mais maleável e mais motivado pela comissão.
Certificado como ativo de marketing
Cada certificado emitido é um micro-influenciador no segmento. O parceiro posta no LinkedIn e Instagram — "certificado em projeto comercial food service pela Electa." A Electa aparece sem pagar por isso.
→ "Electa Institute" como marca da formaçãoO que o parceiro recebe
Formação gratuita, certificado com validade de 2 anos, acesso ao CRM Odoo, material de ROI por segmento, e comissão generosa nos fechamentos que originou.
canal de descoberta
Modelo de distribuição
Produto gratuitoCurso gratuito publicado
Projetista Comercial Food Service — Electa. Visível na plataforma para quem busca formação no setor.
Links de afiliado por parceiro
Cada parceiro tem seu link único. Divulga nas próprias redes e relacionamentos. A cada lote de inscritos via link dele, recebe comissão.
R$25 por lote de inscrições · Lote a definir (10 ou 20)Dois públicos simultâneos
Futuro parceiro que quer se desenvolver profissionalmente. Dono de estabelecimento que consume o conteúdo de ROI e vira lead da Electa.
Campanha Meta de descoberta
Ads pagos pela Electa direcionando tráfego frio para o curso. Custo por clique mais eficiente que propaganda de equipamento pura.
Criativo: "Credencie-se como Projetista Electa Food Service"Material de vendas disfarçado de educação
O conteúdo do curso é o argumento de venda da Electa. Quem assiste o módulo de ROI já foi convencido antes de receber uma proposta. Não é material de apoio — é a própria campanha.
Custo de aquisição mais inteligente
R$25 por lote pago ao afiliado é custo de lead qualificado, não de clique genérico. Quem se inscreveu num curso de projetista food service tem intenção declarada — seja como parceiro ou como potencial cliente.
Sem dependência de afiliado motivado
O afiliado não precisa vender — só distribuir o link. Baixa fricção para ele, distribuição orgânica para a Electa. O ads pago garante o volume principal.
Sequência Meta integrada
Quem ve o anúncio do curso → entra no curso → vira público para remarketing de ROI → vira público para remarketing técnico. Um lead que entrou pelo Hotmart percorre o funil completo automaticamente.
funciona
passos
O universo food service no Brasil
Antes de vender, você precisa entender o território. Quem são os donos, como pensam, o que os move e onde a dor real mora em cada operação.
Como aparece no Odoo: Cada slide abaixo é uma tela de conteúdo na plataforma e-learning. O aluno navega slide a slide, com texto e pontos visuais. Ao final, o quiz é obrigatório para liberar o próximo módulo. Mínimo de 70% para aprovação.
O Brasil tem mais de 1,2 milhão de estabelecimentos de alimentação fora do lar. São padarias, pizzarias, hamburguerias, restaurantes, lanchonetes, self services e dark kitchens. Esse número cresceu 15% nos últimos 5 anos e não para.
O brasileiro gasta em média 35% do seu orçamento de alimentação fora de casa. Isso é estrutural — não é tendência, é mudança de comportamento permanente.
Cada segmento tem um dono com perfil diferente. Vender para pizzaria é diferente de vender para padaria. A linguagem muda, a dor muda, o argumento muda.
- Pizzaria: dono operacional, acostumado com volume alto, sensível a custo de mão de obra e velocidade de produção
- Hamburgueria: empreendedor mais jovem, movido por identidade de marca e experiência do cliente, sensível a estética e throughput
- Padaria: negócio familiar de longa data, dono conservador, movido por tradição e fluxo de caixa previsível
- Self service / buffet: dono pragmático, focado em giro rápido e margem por quilo, extremamente sensível a desperdício e exposição do produto
O dono de food service não acorda de manhã pensando em comprar equipamento. Ele acorda pensando em problema: funcionário faltou, cliente reclamou, concorrente abriu do lado, saiu matéria no Instagram, aluguel subiu.
A decisão de investir em estrutura geralmente nasce de um desses gatilhos:
- Reforma ou abertura de nova unidade
- Perda de cliente ou queda de faturamento inexplicável
- Concorrente que reformou e está cheio
- Funcionário-chave que saiu e o processo colapsou
- Vigilância sanitária ou exigência de adequação
Em negócios de food service, a decisão raramente é só do dono. Entender quem influencia é tão importante quanto falar com quem assina.
- Contador: define se o investimento cabe no caixa e como é financiado. Era o aliado histórico da venda parcelada. Continua sendo porta de entrada valiosa
- Gerente ou chefe de cozinha: quem vai operar o equipamento. Se ele rejeitar, a venda trava depois do fechamento
- Cônjuge ou sócio: especialmente em negócios familiares, a decisão é compartilhada. Ignorar o sócio é erro clássico
- Arquiteto ou projetista: em reformas maiores, ele especifica o que entra. Se você chegar antes dele, você especifica
Prospectar fora do momento certo é desperdício de energia. O cliente que não está no gatilho não compra — ele apenas ouve e some.
Sinais de que o cliente está no momento:
- Pediu orçamento para reforma com algum fornecedor
- Abriu CNPJ ou está registrando nova unidade
- Reformou o salão mas a cozinha continua velha
- Reclamou nas redes de fila ou demora
- Concorrente próximo reformou recentemente
- Sazonalidade próxima (festas, verão) — pensa em expansão
Todo dono de food service carrega uma angústia silenciosa: o negócio depende dele. Se ele sai, a operação trava. Se o funcionário-chave sai, a qualidade cai.
Isso cria três dores universais no segmento:
- Dependência de pessoa: o processo está na cabeça do funcionário, não no sistema
- Inconsistência: o produto sai diferente dependendo de quem fez
- Escala impossível: para vender mais, precisa de mais gente — e não consegue contratar
A estação de produção Electa resolve as três ao mesmo tempo. Padroniza o processo, reduz dependência de pessoa e permite escalar sem aumentar equipe proporcionalmente.
Muitos donos pesquisam, pedem orçamento, comparecem em feiras — e nunca compram. Entender o que trava é essencial.
- Medo de erro: ele já comprou equipamento que não funcionou como prometido. A desconfiança é real
- Falta de clareza no retorno: não consegue visualizar como o investimento volta
- Momento de caixa: quer mas não tem como pagar agora
- Decisão compartilhada travada: ele quer, o sócio não
- O mercado é enorme e subatendido em termos de estrutura de produção e exposição
- Cada segmento tem um perfil de dono diferente — a linguagem precisa mudar
- A decisão de compra nasce de um gatilho, não de uma necessidade racional planejada
- Sempre mapeie quem mais influencia a decisão além do interlocutor
- A dor universal é dependência de pessoa e falta de sistema — a Electa resolve isso
- O que trava o cliente que não compra é medo, falta de clareza no ROI ou caixa — não falta de interesse
1. Um dono de hamburgueria e um dono de padaria precisam da mesma abordagem de venda?
2. Qual é a dor universal que todo dono de food service carrega, independente do segmento?
3. Quando o cliente fala "preciso contratar mais funcionário", o que ele está realmente dizendo?
4. Além do dono, quem costuma influenciar a decisão de compra em negócios de food service?
5. Qual desses é um sinal claro de que o cliente está no momento certo para ser abordado?
Layout como argumento de venda
O espaço físico é o maior vendedor de um negócio food service. Aprenda a ler um ambiente em 15 minutos e transformar o que você vê em argumento de faturamento.
Estudos de comportamento de consumo mostram que 70% da decisão de compra em ambientes de alimentação é feita no ponto de venda — não em casa, não no celular, não pela propaganda. No momento em que o cliente está parado na frente do balcão ou da vitrine.
Isso significa que o layout físico — o que está exposto, como está posicionado, o que o olho do cliente encontra primeiro — define o ticket médio mais do que qualquer atendente bem treinado.
O consumidor que entra em um estabelecimento de food service não lê o cardápio de cima a baixo. Ele varre o ambiente em segundos e fixa o olho em três pontos:
- O que está iluminado: luz atrai atenção involuntariamente
- O que está na altura dos olhos: produtos expostos acima ou abaixo da linha de visão vendem muito menos
- O que parece fresco e abundante: vitrine vazia ou mal organizada comunica descuido e reduz o apetite de compra
Em negócios de food service com alta rotatividade — pizzaria, hamburgueria, lanchonete — o gargalo não é falta de cliente. É velocidade de produção e entrega.
Cada minuto a mais no processo de produção significa:
- Mesa ocupada por mais tempo
- Fila que desanima o cliente que ainda vai entrar
- Funcionário sobrecarregado cometendo erros
- Produto saindo fora do padrão
Uma estação de produção projetada para o fluxo correto reduz o tempo de preparo, elimina deslocamento desnecessário e padroniza o produto.
Na primeira visita, antes de falar de produto, observe. Use esse checklist mental:
- Onde o cliente para primeiro ao entrar?
- O que está na altura dos olhos na vitrine?
- Existe iluminação direcionada para os produtos?
- O fluxo de produção cruza com o fluxo do cliente?
- Quantos funcionários estão na produção e qual função de cada um?
- Existe produto parado esperando por processo ou equipamento?
- O espaço tem zona morta — área que o cliente não passa ou não olha?
Em self service e padaria, a vitrine não é decoração. É a equipe de vendas mais silenciosa e mais eficaz do negócio.
Uma vitrine mal projetada:
- Expõe produto na temperatura errada
- Não ilumina o que deveria
- Não permite visualização do produto do ângulo do cliente
- Cria sensação de escassez ou descuido mesmo com produto de qualidade
Uma vitrine Electa é projetada para o ângulo de visão do cliente, com iluminação correta, temperatura adequada por zona e organização que guia o olho para o produto de maior margem.
O cliente não vê a cozinha, mas sente quando ela não funciona bem:
- Espera longa no balcão
- Produto que varia de consistência
- Funcionário que some e ninguém sabe onde está
- Pedido que sai errado
Uma estação de produção bem projetada elimina essas falhas na origem. Cada etapa tem um lugar, cada equipamento está no ponto certo do fluxo, o deslocamento do funcionário é mínimo.
Quando você chega em um cliente pela primeira vez, não chegue com catálogo. Chegue com uma pergunta:
Essa pergunta faz três coisas ao mesmo tempo:
- Posiciona você como consultor, não como vendedor
- Faz o cliente falar do problema — e quem fala do problema fica mais aberto à solução
- Dá a você as informações que precisa para construir o argumento certo
Com o que ele responder, você aplica o checklist do slide 2.4 e apresenta o que viu — não o que quer vender.
1. Qual porcentagem da decisão de compra em food service é feita no ponto de venda?
2. Na primeira visita ao cliente, qual deve ser sua postura principal?
3. Self service que reorganizou a exposição com itens de maior margem na altura dos olhos teve qual resultado?
4. Quando o cliente reclama do atendimento, qual é a causa mais comum?
5. Qual pergunta posiciona você como consultor na primeira conversa com o cliente?
Soluções Electa por segmento
Não decore catálogo. Entenda qual solução resolve qual dor, em qual segmento, com qual argumento. Produto é meio — o resultado é o fim.
A Electa não vende peça isolada. Vende sistema. Cada solução é projetada para conectar produção, exposição, fluxo do cliente e conversão em venda.
As cinco grandes famílias de solução:
- Estações de produção: pizza, hambúrguer, montagem rápida — organizam o fluxo e reduzem dependência de pessoa
- Vitrines: exposição com temperatura controlada, iluminação e ângulo correto para venda por impulso
- Buffets e self service: exposição de pratos quentes e frios com foco em giro e margem
- Ambientes completos: projeto integrado de front e back — da cozinha ao balcão
- Sistemas de exaustão: componente técnico que viabiliza qualquer instalação
Dor principal: produção lenta, dependência do pizzaiolo experiente, inconsistência no produto em horário de pico.
Como apresentar a solução:
- A estação organiza ingredientes, superfície de trabalho e temperatura em um único ponto
- Reduz o deslocamento do pizzaiolo em até 60% durante o pico
- Padroniza o processo — qualquer funcionário treinado produz no mesmo padrão
- Um funcionário a menos consegue manter o mesmo volume de produção
Dor principal: gargalo na montagem em horário de pico, produto inconsistente, throughput limitado pela bancada improvisada.
Como apresentar a solução:
- Estação projetada para montagem de alta velocidade com tudo no raio de alcance do montador
- Temperatura correta para cada componente — pão, proteína, ingredientes frios
- Fluxo visual e físico que permite dois montadores na mesma estação sem conflito
- Resultado: mais pedidos por hora, menos erro, produto visualmente consistente
Dor principal: produto de qualidade que não aparece, vitrine antiga que não ilumina, cliente que não compra por impulso porque não vê.
Como apresentar a solução:
- Vitrine projetada para o ângulo de visão do cliente em pé no balcão
- Iluminação que valoriza cor e textura do produto
- Temperatura controlada por zona — salgado, doce, frio
- Layout de exposição que guia o olho do cliente para os itens de maior margem
Dor principal: cliente que pega pouco, desperdício alto por produto exposto em temperatura errada, ticket médio baixo mesmo com produto de qualidade.
Como apresentar a solução:
- Buffet projetado para temperatura correta por zona — evita desperdício e mantém qualidade visual
- Altura e ângulo que convidam o cliente a pegar mais
- Organização que coloca proteínas de maior custo acessíveis mas não em destaque
- Produto que parece abundante e fresco — mesmo com o mesmo volume
Frases que matam a venda antes de começar:
- "É tudo em inox de qualidade" — todo concorrente diz isso. Não diferencia
- "Temos o melhor preço do mercado" — você não está disputando preço, está vendendo resultado
- "Posso mandar um catálogo?" — catálogo sem contexto não vende nada
- "É um investimento que vale a pena" — vago. Quanto vale? Em quanto tempo?
Você não precisa saber tudo sobre o produto. Você precisa saber o suficiente para identificar a oportunidade e conduzir o cliente até o momento certo de trazer a Electa.
Chame a Electa quando:
- O cliente quer ver projeto ou planta do espaço
- A operação é complexa e envolve múltiplas soluções
- O cliente pergunta detalhes técnicos que vão além do seu escopo
- O cliente está pronto para receber proposta formal
1. Qual é a dor principal do dono de pizzaria que a estação MultiPizza resolve?
2. Qual argumento de entrada funciona melhor para dono de padaria?
3. Qual resultado é relatado por self services após instalação da solução Electa?
4. Quando você deve chamar a equipe técnica da Electa?
5. Por que nunca apresentar apenas um produto isolado?
ROI como linguagem de venda
Não se fala em equipamento. Fala-se em funcionário eliminado, venda gerada e mês de retorno. Aprenda a fazer o cliente calcular o investimento — não o preço.
O vendedor de painel solar não fala em painel. Fala em conta de luz zerada. Ele não apresenta especificação técnica. Apresenta uma simulação: "sua conta hoje é R$800. Em 48 meses seu sistema está pago. Do mês 49 em diante, você não paga mais nada."
Esse modelo funciona porque:
- Transforma o investimento em comparação com um custo que já existe
- Elimina o "é caro" — porque o cliente já paga aquilo de outra forma
- Cria horizonte claro de retorno — mês a mês, calculável
A "conta de luz" da pizzaria é a folha de pagamento da produção.
Como calcular na conversa:
- Pergunte: "quantos funcionários você tem na produção?"
- Pergunte: "qual o custo mensal de cada um com todos os encargos?"
- Calcule: 1 funcionário = R$3.500 a R$5.000/mês com encargos
Economia: 1 funcionário = R$4.500/mês
Payback: 13 meses
"Do mês 14 em diante, a estação te paga R$4.500 por mês — todo mês."
A "conta de luz" do self service é o consumo médio que ele deixa de capturar por falta de exposição correta.
Como calcular na conversa:
- Pergunte: "qual o seu ticket médio por cliente hoje?"
- Pergunte: "quantos clientes por dia em média?"
- Aplique o benchmark: 20% de aumento no consumo médio
Clientes por dia: 150
Faturamento diário: R$5.250
Com 20% a mais: R$6.300/dia (+R$1.050)
Em 30 dias: +R$31.500/mês
"Em 2 meses a vitrine está paga com a venda adicional gerada."
A "conta de luz" da hamburgueria é o pedido que não sai a tempo e a mesa que fica parada esperando.
Como calcular na conversa:
- Pergunte: "no seu pico, quantos pedidos você entrega por hora?"
- Pergunte: "qual o tempo médio do pedido até a entrega?"
- Calcule: redução de 30% no tempo = quantos pedidos a mais por hora?
Com estação otimizada: 12 minutos
Capacidade adicional: +30% de pedidos na mesma hora
Ticket médio: R$45 · pico de 4 horas
"Você consegue faturar R$X a mais por noite sem aumentar equipe nem salão."
O erro mais comum é chegar com os números prontos. Isso parece discurso de vendedor.
A abordagem correta é fazer o cliente chegar no número junto com você:
- "Quanto você paga de folha na produção hoje, com todos os encargos?"
- "Se você pudesse manter o mesmo volume com um funcionário a menos, em quanto tempo isso pagaria o investimento?"
- "Você consegue calcular isso comigo agora?"
Depois que o ROI está calculado e o cliente está convencido, a objeção restante costuma ser uma: "não tenho o dinheiro agora."
Nesse momento, você não resolve o crédito — você indica um caminho.
- Sicoob Parceiro Mais — crédito vinculado ao fornecedor, cliente paga parcelado
- Banco BV Vendor Finance — mesma lógica
- Cartão BNDES — para quem já tem o cartão com limite disponível
- Passo 1: identificar a dor operacional — "qual é sua maior dificuldade hoje?"
- Passo 2: traduzir a dor em custo — "quanto isso te custa por mês?"
- Passo 3: apresentar o número de retorno — "se a gente resolver isso, em quanto tempo o investimento volta?"
- Passo 4: fazer o cliente calcular junto — "você consegue calcular comigo?"
- Passo 5: se necessário, indicar o caminho de crédito — "quer que eu te mostre como viabilizar o investimento?"
1. Qual é a lógica central da venda por ROI, baseada no modelo de painel solar?
2. Para pizzaria, qual é a "conta de luz" — o custo existente que a solução substitui?
3. Por que você deve fazer o cliente calcular o ROI junto com você — e não apresentar os números prontos?
4. Quando você deve falar sobre crédito e financiamento com o cliente?
5. Qual self service com 150 clientes/dia e ticket de R$35 pode ganhar por mês com 20% de aumento no consumo?
O método Electa de fechamento
Do primeiro contato ao fechamento. O seu papel em cada etapa, quando acionar a Electa e como tratar as objeções que mais travam vendas no segmento.
- Etapa 1 — Identificação: você encontra o prospect (indicação, relacionamento, tráfego) e qualifica: está no momento? Tem dor ativa?
- Etapa 2 — Diagnóstico: primeira visita. Você observa, pergunta, mapeia a dor sem falar de produto
- Etapa 3 — ROI: você traduz a dor em custo e apresenta o retorno. Cliente começa a calcular
- Etapa 4 — Proposta técnica: você aciona a Electa. Equipe técnica entra com projeto e proposta formal
- Etapa 5 — Fechamento: você e a Electa conduzem juntos. Objeções finais são tratadas. Contrato assinado
Antes de entrar: pesquise o negócio. Instagram, Google Maps, avaliações. Entenda o porte, o estilo, o que vendem. Chegue sabendo o nome do dono.
Nos primeiros 5 minutos: não fale de produto. Observe o espaço aplicando o checklist do módulo 2.4. Peça para ver a área de produção.
A pergunta de abertura: "Estou conhecendo algumas operações do segmento na região — você me conta como está o dia a dia aqui, qual é a maior dificuldade operacional que você enfrenta?"
Nos próximos 20 minutos: ouça. Anote. Faça perguntas de aprofundamento. Não interrompa com solução.
No final: "Com base no que você me contou, eu tenho algumas ideias que podem fazer sentido. Posso voltar na próxima semana com uma análise mais estruturada?"
Na segunda visita você chega com o diagnóstico estruturado e o cálculo de ROI preparado — mas não pronto para apresentar. Pronto para construir junto.
Estrutura da segunda visita:
- Retome o que o cliente falou na primeira visita: "você me disse que o maior problema era X"
- Mostre que você trabalhou nisso: "fiz algumas contas com base no que você me contou"
- Conduza o cálculo de ROI junto — pergunte os números, não apresente
- Se o cliente estiver engajado: "faz sentido a gente pedir um projeto mais detalhado para ver como isso ficaria no seu espaço?"
-
"Está caro."
Resposta: "Mais caro que o quê? Se o custo que você já tem hoje se paga em X meses, o que exatamente está caro?" -
"Vou pensar."
Resposta: "Claro. O que você ainda precisa entender melhor para tomar essa decisão? Posso ajudar com essa parte." -
"Não é o momento."
Resposta: "Entendo. Quando seria o momento ideal? O que precisa acontecer para o momento chegar?" -
"Já tenho equipamento."
Resposta: "Quanto tempo faz? Ele ainda resolve o volume que você tem hoje? O que você mudaria se pudesse?" -
"Não tenho dinheiro."
Resposta: "Se a gente encontrar uma forma de financiar sem comprometer seu caixa — e o investimento se paga em menos de 18 meses — isso muda alguma coisa?"
A maior causa de venda perdida no consultivo não é o preço. É a pressão fora do tempo.
Sinais de que o cliente ainda não está pronto:
- Ele ainda não conseguiu visualizar o ROI
- O sócio ou cônjuge ainda não está na conversa
- Ele ainda não viu um projeto ou referência visual
- Ele ainda está comparando com concorrentes
Nem todo lead fecha no primeiro ou segundo contato. A venda consultiva de alto ticket costuma ter ciclo de 30 a 90 dias. Manter o relacionamento vivo sem ser inconveniente é uma habilidade.
- Envie conteúdo relevante — não propaganda. Um artigo sobre aumento de ticket médio em padarias, por exemplo
- Use o pretexto de novidade: "acabou de chegar uma solução que pode fazer sentido para o seu caso — posso te mostrar?"
- Retome com o que ele disse: "você me falou que queria reformar antes do verão — como está esse plano?"
- Marque datas: "posso ligar semana que vem para ver como você está pensando?"
O cliente está pronto para fechar quando:
- Pergunta sobre prazo de entrega
- Pergunta sobre garantia ou assistência
- Começa a falar sobre onde vai instalar
- Chama o sócio ou cônjuge para a conversa
- Pergunta sobre formas de pagamento
Nesse momento, não recue. Não "vou mandar mais informação". Avance:
1. Em qual etapa do funil você aciona a equipe técnica da Electa?
2. Quando o cliente diz "está caro", qual é a resposta correta?
3. Qual é o sinal mais claro de que o cliente está pronto para fechar?
4. Qual é o erro fatal que mais destrói vendas consultivas de alto ticket?
5. Na primeira visita, qual deve ser a pergunta de abertura?
Operação no CRM Odoo
Toda a sua operação como parceiro Electa vive no Odoo. Lead, pipeline, proposta, comunicação com a equipe e comissão — tudo em um lugar só.
Representante que não usa CRM perde dinheiro. Não porque a ferramenta é mágica — mas porque memória falha, agenda falha e anotação em papel some.
O Odoo CRM da Electa faz três coisas por você:
- Não deixa lead esfriar: você sabe exatamente quando foi o último contato e qual é o próximo passo
- Prova o que você fez: sua comissão é calculada com base nos leads registrados e nas vendas fechadas que passaram pelo seu pipeline
- Conecta você à Electa: quando você aciona o time técnico, tudo fica registrado — sem ruído, sem retrabalho
O pipeline do Odoo tem 6 etapas. Cada lead deve estar sempre em uma delas:
- Novo: prospect identificado, ainda não contatado ou primeiro contato feito
- Qualificado: você confirmou que há dor ativa e o cliente está no momento
- Diagnóstico feito: primeira visita realizada, dor mapeada, próxima visita agendada
- ROI apresentado: cálculo de retorno feito com o cliente, projeto solicitado
- Proposta enviada: equipe Electa entrou, proposta formal em mãos do cliente
- Fechado / Perdido: resultado final registrado com motivo
Assim que você identificar um prospect, cadastre imediatamente. Não espere a segunda visita.
- Nome do estabelecimento e nome do dono
- Segmento: pizzaria, padaria, hamburgueria, self service
- Como chegou até você: indicação, visita, tráfego
- Primeiro contato realizado: data e resumo do que foi conversado
- Próximo passo: o que você vai fazer e quando — com data agendada no sistema
- Estimativa de valor: mesmo que preliminar, coloque um número. Ajuda a priorizar
Quando o cliente está pronto para receber proposta técnica, você aciona a Electa dentro do próprio Odoo. Não por WhatsApp, não por e-mail avulso.
O que você preenche antes de acionar:
- Segmento e dor principal identificada
- Número de funcionários na produção
- Volume aproximado de produção ou clientes por dia
- Medidas do espaço disponível — fotos se possível
- Orçamento aproximado que o cliente mencionou
- Prazo de decisão que o cliente indicou
Sua comissão é calculada automaticamente no Odoo quando a venda é fechada e o lead está registrado no seu nome.
Regras básicas:
- Comissão é paga sobre o valor líquido do contrato assinado
- O percentual varia por linha de produto — você recebe a tabela de comissões no onboarding
- Pagamento ocorre após confirmação do sinal ou primeira parcela do cliente
- Você acompanha em tempo real no painel do parceiro no Odoo
Todo parceiro que performa bem tem uma rotina semanal simples no Odoo:
- Segunda-feira: revise o pipeline. Quais leads estão parados há mais de 7 dias? Por quê?
- Ao longo da semana: registre todo contato feito — visita, ligação, mensagem — com resumo e próximo passo
- Antes de qualquer visita: abra o lead no Odoo e releia o histórico. Você vai lembrar de detalhes que o cliente vai perceber
- Sexta-feira: agende os próximos passos da semana seguinte. Nada fica sem data
1. O que acontece com sua comissão se o lead não está registrado no Odoo?
2. Qual etapa do pipeline indica que o cliente validou o ROI e a Electa deve ser acionada?
3. Por que você deve preencher todas as informações do cliente antes de acionar a equipe técnica?
4. Qual a rotina semanal recomendada no Odoo para um parceiro de alta performance?
5. Qual das três funções do CRM Odoo é mais diretamente ligada ao recebimento da sua comissão?
Você está certificado
24 horas. 6 módulos. Agora você é um projetista comercial parceiro Electa.
Certificado de conclusão
Projetista Comercial Food Service
Programa de Parceiros Certificados Electa
Certifica que [nome do parceiro] concluiu com aprovação o programa de formação em projeto comercial e método de venda para o segmento food service, carga horária de 24 horas, habilitado a atuar como parceiro Electa na região de [cidade / estado].
Diretor Electa
Data de emissão
Válido por 2 anos · Renovável · Electa — soluções para food service
Próximo passo
Acesse o CRM Odoo, registre seu primeiro lead e agende sua primeira visita. A Electa está na retaguarda.
Compartilhe
Poste seu certificado no LinkedIn e Instagram. Você agora é referência em projeto comercial food service na sua região.
O universo food service no Brasil
Antes de vender, você precisa entender o território. Quem são os donos, como pensam, o que os move e onde a dor real mora em cada operação.
Como aparece no Odoo: Cada slide abaixo é uma tela de conteúdo na plataforma e-learning. O aluno navega slide a slide, com texto e pontos visuais. Ao final, o quiz é obrigatório para liberar o próximo módulo. Mínimo de 70% para aprovação.
O Brasil tem mais de 1,2 milhão de estabelecimentos de alimentação fora do lar. São padarias, pizzarias, hamburguerias, restaurantes, lanchonetes, self services e dark kitchens. Esse número cresceu 15% nos últimos 5 anos e não para.
O brasileiro gasta em média 35% do seu orçamento de alimentação fora de casa. Isso é estrutural — não é tendência, é mudança de comportamento permanente.
Cada segmento tem um dono com perfil diferente. Vender para pizzaria é diferente de vender para padaria. A linguagem muda, a dor muda, o argumento muda.
- Pizzaria: dono operacional, acostumado com volume alto, sensível a custo de mão de obra e velocidade de produção
- Hamburgueria: empreendedor mais jovem, movido por identidade de marca e experiência do cliente, sensível a estética e throughput
- Padaria: negócio familiar de longa data, dono conservador, movido por tradição e fluxo de caixa previsível
- Self service / buffet: dono pragmático, focado em giro rápido e margem por quilo, extremamente sensível a desperdício e exposição do produto
O dono de food service não acorda de manhã pensando em comprar equipamento. Ele acorda pensando em problema: funcionário faltou, cliente reclamou, concorrente abriu do lado, saiu matéria no Instagram, aluguel subiu.
A decisão de investir em estrutura geralmente nasce de um desses gatilhos:
- Reforma ou abertura de nova unidade
- Perda de cliente ou queda de faturamento inexplicável
- Concorrente que reformou e está cheio
- Funcionário-chave que saiu e o processo colapsou
- Vigilância sanitária ou exigência de adequação
Em negócios de food service, a decisão raramente é só do dono. Entender quem influencia é tão importante quanto falar com quem assina.
- Contador: define se o investimento cabe no caixa e como é financiado. Era o aliado histórico da venda parcelada. Continua sendo porta de entrada valiosa
- Gerente ou chefe de cozinha: quem vai operar o equipamento. Se ele rejeitar, a venda trava depois do fechamento
- Cônjuge ou sócio: especialmente em negócios familiares, a decisão é compartilhada. Ignorar o sócio é erro clássico
- Arquiteto ou projetista: em reformas maiores, ele especifica o que entra. Se você chegar antes dele, você especifica
Prospectar fora do momento certo é desperdício de energia. O cliente que não está no gatilho não compra — ele apenas ouve e some.
Sinais de que o cliente está no momento:
- Pediu orçamento para reforma com algum fornecedor
- Abriu CNPJ ou está registrando nova unidade
- Reformou o salão mas a cozinha continua velha
- Reclamou nas redes de fila ou demora
- Concorrente próximo reformou recentemente
- Sazonalidade próxima (festas, verão) — pensa em expansão
Todo dono de food service carrega uma angústia silenciosa: o negócio depende dele. Se ele sai, a operação trava. Se o funcionário-chave sai, a qualidade cai.
Isso cria três dores universais no segmento:
- Dependência de pessoa: o processo está na cabeça do funcionário, não no sistema
- Inconsistência: o produto sai diferente dependendo de quem fez
- Escala impossível: para vender mais, precisa de mais gente — e não consegue contratar
A estação de produção Electa resolve as três ao mesmo tempo. Padroniza o processo, reduz dependência de pessoa e permite escalar sem aumentar equipe proporcionalmente.
Muitos donos pesquisam, pedem orçamento, comparecem em feiras — e nunca compram. Entender o que trava é essencial.
- Medo de erro: ele já comprou equipamento que não funcionou como prometido. A desconfiança é real
- Falta de clareza no retorno: não consegue visualizar como o investimento volta
- Momento de caixa: quer mas não tem como pagar agora
- Decisão compartilhada travada: ele quer, o sócio não
- O mercado é enorme e subatendido em termos de estrutura de produção e exposição
- Cada segmento tem um perfil de dono diferente — a linguagem precisa mudar
- A decisão de compra nasce de um gatilho, não de uma necessidade racional planejada
- Sempre mapeie quem mais influencia a decisão além do interlocutor
- A dor universal é dependência de pessoa e falta de sistema — a Electa resolve isso
- O que trava o cliente que não compra é medo, falta de clareza no ROI ou caixa — não falta de interesse
1. Um dono de hamburgueria e um dono de padaria precisam da mesma abordagem de venda?
2. Qual é a dor universal que todo dono de food service carrega, independente do segmento?
3. Quando o cliente fala "preciso contratar mais funcionário", o que ele está realmente dizendo?
4. Além do dono, quem costuma influenciar a decisão de compra em negócios de food service?
5. Qual desses é um sinal claro de que o cliente está no momento certo para ser abordado?
Layout como argumento de venda
O espaço físico é o maior vendedor de um negócio food service. Aprenda a ler um ambiente em 15 minutos e transformar o que você vê em argumento de faturamento.
Estudos de comportamento de consumo mostram que 70% da decisão de compra em ambientes de alimentação é feita no ponto de venda — não em casa, não no celular, não pela propaganda. No momento em que o cliente está parado na frente do balcão ou da vitrine.
Isso significa que o layout físico — o que está exposto, como está posicionado, o que o olho do cliente encontra primeiro — define o ticket médio mais do que qualquer atendente bem treinado.
O consumidor que entra em um estabelecimento de food service não lê o cardápio de cima a baixo. Ele varre o ambiente em segundos e fixa o olho em três pontos:
- O que está iluminado: luz atrai atenção involuntariamente
- O que está na altura dos olhos: produtos expostos acima ou abaixo da linha de visão vendem muito menos
- O que parece fresco e abundante: vitrine vazia ou mal organizada comunica descuido e reduz o apetite de compra
Em negócios de food service com alta rotatividade — pizzaria, hamburgueria, lanchonete — o gargalo não é falta de cliente. É velocidade de produção e entrega.
Cada minuto a mais no processo de produção significa:
- Mesa ocupada por mais tempo
- Fila que desanima o cliente que ainda vai entrar
- Funcionário sobrecarregado cometendo erros
- Produto saindo fora do padrão
Uma estação de produção projetada para o fluxo correto reduz o tempo de preparo, elimina deslocamento desnecessário e padroniza o produto.
Na primeira visita, antes de falar de produto, observe. Use esse checklist mental:
- Onde o cliente para primeiro ao entrar?
- O que está na altura dos olhos na vitrine?
- Existe iluminação direcionada para os produtos?
- O fluxo de produção cruza com o fluxo do cliente?
- Quantos funcionários estão na produção e qual função de cada um?
- Existe produto parado esperando por processo ou equipamento?
- O espaço tem zona morta — área que o cliente não passa ou não olha?
Em self service e padaria, a vitrine não é decoração. É a equipe de vendas mais silenciosa e mais eficaz do negócio.
Uma vitrine mal projetada:
- Expõe produto na temperatura errada
- Não ilumina o que deveria
- Não permite visualização do produto do ângulo do cliente
- Cria sensação de escassez ou descuido mesmo com produto de qualidade
Uma vitrine Electa é projetada para o ângulo de visão do cliente, com iluminação correta, temperatura adequada por zona e organização que guia o olho para o produto de maior margem.
O cliente não vê a cozinha, mas sente quando ela não funciona bem:
- Espera longa no balcão
- Produto que varia de consistência
- Funcionário que some e ninguém sabe onde está
- Pedido que sai errado
Uma estação de produção bem projetada elimina essas falhas na origem. Cada etapa tem um lugar, cada equipamento está no ponto certo do fluxo, o deslocamento do funcionário é mínimo.
Quando você chega em um cliente pela primeira vez, não chegue com catálogo. Chegue com uma pergunta:
Essa pergunta faz três coisas ao mesmo tempo:
- Posiciona você como consultor, não como vendedor
- Faz o cliente falar do problema — e quem fala do problema fica mais aberto à solução
- Dá a você as informações que precisa para construir o argumento certo
Com o que ele responder, você aplica o checklist do slide 2.4 e apresenta o que viu — não o que quer vender.
1. Qual porcentagem da decisão de compra em food service é feita no ponto de venda?
2. Na primeira visita ao cliente, qual deve ser sua postura principal?
3. Self service que reorganizou a exposição com itens de maior margem na altura dos olhos teve qual resultado?
4. Quando o cliente reclama do atendimento, qual é a causa mais comum?
5. Qual pergunta posiciona você como consultor na primeira conversa com o cliente?
Soluções Electa por segmento
Não decore catálogo. Entenda qual solução resolve qual dor, em qual segmento, com qual argumento. Produto é meio — o resultado é o fim.
A Electa não vende peça isolada. Vende sistema. Cada solução é projetada para conectar produção, exposição, fluxo do cliente e conversão em venda.
As cinco grandes famílias de solução:
- Estações de produção: pizza, hambúrguer, montagem rápida — organizam o fluxo e reduzem dependência de pessoa
- Vitrines: exposição com temperatura controlada, iluminação e ângulo correto para venda por impulso
- Buffets e self service: exposição de pratos quentes e frios com foco em giro e margem
- Ambientes completos: projeto integrado de front e back — da cozinha ao balcão
- Sistemas de exaustão: componente técnico que viabiliza qualquer instalação
Dor principal: produção lenta, dependência do pizzaiolo experiente, inconsistência no produto em horário de pico.
Como apresentar a solução:
- A estação organiza ingredientes, superfície de trabalho e temperatura em um único ponto
- Reduz o deslocamento do pizzaiolo em até 60% durante o pico
- Padroniza o processo — qualquer funcionário treinado produz no mesmo padrão
- Um funcionário a menos consegue manter o mesmo volume de produção
Dor principal: gargalo na montagem em horário de pico, produto inconsistente, throughput limitado pela bancada improvisada.
Como apresentar a solução:
- Estação projetada para montagem de alta velocidade com tudo no raio de alcance do montador
- Temperatura correta para cada componente — pão, proteína, ingredientes frios
- Fluxo visual e físico que permite dois montadores na mesma estação sem conflito
- Resultado: mais pedidos por hora, menos erro, produto visualmente consistente
Dor principal: produto de qualidade que não aparece, vitrine antiga que não ilumina, cliente que não compra por impulso porque não vê.
Como apresentar a solução:
- Vitrine projetada para o ângulo de visão do cliente em pé no balcão
- Iluminação que valoriza cor e textura do produto
- Temperatura controlada por zona — salgado, doce, frio
- Layout de exposição que guia o olho do cliente para os itens de maior margem
Dor principal: cliente que pega pouco, desperdício alto por produto exposto em temperatura errada, ticket médio baixo mesmo com produto de qualidade.
Como apresentar a solução:
- Buffet projetado para temperatura correta por zona — evita desperdício e mantém qualidade visual
- Altura e ângulo que convidam o cliente a pegar mais
- Organização que coloca proteínas de maior custo acessíveis mas não em destaque
- Produto que parece abundante e fresco — mesmo com o mesmo volume
Frases que matam a venda antes de começar:
- "É tudo em inox de qualidade" — todo concorrente diz isso. Não diferencia
- "Temos o melhor preço do mercado" — você não está disputando preço, está vendendo resultado
- "Posso mandar um catálogo?" — catálogo sem contexto não vende nada
- "É um investimento que vale a pena" — vago. Quanto vale? Em quanto tempo?
Você não precisa saber tudo sobre o produto. Você precisa saber o suficiente para identificar a oportunidade e conduzir o cliente até o momento certo de trazer a Electa.
Chame a Electa quando:
- O cliente quer ver projeto ou planta do espaço
- A operação é complexa e envolve múltiplas soluções
- O cliente pergunta detalhes técnicos que vão além do seu escopo
- O cliente está pronto para receber proposta formal
1. Qual é a dor principal do dono de pizzaria que a estação MultiPizza resolve?
2. Qual argumento de entrada funciona melhor para dono de padaria?
3. Qual resultado é relatado por self services após instalação da solução Electa?
4. Quando você deve chamar a equipe técnica da Electa?
5. Por que nunca apresentar apenas um produto isolado?
ROI como linguagem de venda
Não se fala em equipamento. Fala-se em funcionário eliminado, venda gerada e mês de retorno. Aprenda a fazer o cliente calcular o investimento — não o preço.
O vendedor de painel solar não fala em painel. Fala em conta de luz zerada. Ele não apresenta especificação técnica. Apresenta uma simulação: "sua conta hoje é R$800. Em 48 meses seu sistema está pago. Do mês 49 em diante, você não paga mais nada."
Esse modelo funciona porque:
- Transforma o investimento em comparação com um custo que já existe
- Elimina o "é caro" — porque o cliente já paga aquilo de outra forma
- Cria horizonte claro de retorno — mês a mês, calculável
A "conta de luz" da pizzaria é a folha de pagamento da produção.
Como calcular na conversa:
- Pergunte: "quantos funcionários você tem na produção?"
- Pergunte: "qual o custo mensal de cada um com todos os encargos?"
- Calcule: 1 funcionário = R$3.500 a R$5.000/mês com encargos
Economia: 1 funcionário = R$4.500/mês
Payback: 13 meses
"Do mês 14 em diante, a estação te paga R$4.500 por mês — todo mês."
A "conta de luz" do self service é o consumo médio que ele deixa de capturar por falta de exposição correta.
Como calcular na conversa:
- Pergunte: "qual o seu ticket médio por cliente hoje?"
- Pergunte: "quantos clientes por dia em média?"
- Aplique o benchmark: 20% de aumento no consumo médio
Clientes por dia: 150
Faturamento diário: R$5.250
Com 20% a mais: R$6.300/dia (+R$1.050)
Em 30 dias: +R$31.500/mês
"Em 2 meses a vitrine está paga com a venda adicional gerada."
A "conta de luz" da hamburgueria é o pedido que não sai a tempo e a mesa que fica parada esperando.
Como calcular na conversa:
- Pergunte: "no seu pico, quantos pedidos você entrega por hora?"
- Pergunte: "qual o tempo médio do pedido até a entrega?"
- Calcule: redução de 30% no tempo = quantos pedidos a mais por hora?
Com estação otimizada: 12 minutos
Capacidade adicional: +30% de pedidos na mesma hora
Ticket médio: R$45 · pico de 4 horas
"Você consegue faturar R$X a mais por noite sem aumentar equipe nem salão."
O erro mais comum é chegar com os números prontos. Isso parece discurso de vendedor.
A abordagem correta é fazer o cliente chegar no número junto com você:
- "Quanto você paga de folha na produção hoje, com todos os encargos?"
- "Se você pudesse manter o mesmo volume com um funcionário a menos, em quanto tempo isso pagaria o investimento?"
- "Você consegue calcular isso comigo agora?"
Depois que o ROI está calculado e o cliente está convencido, a objeção restante costuma ser uma: "não tenho o dinheiro agora."
Nesse momento, você não resolve o crédito — você indica um caminho.
- Sicoob Parceiro Mais — crédito vinculado ao fornecedor, cliente paga parcelado
- Banco BV Vendor Finance — mesma lógica
- Cartão BNDES — para quem já tem o cartão com limite disponível
- Passo 1: identificar a dor operacional — "qual é sua maior dificuldade hoje?"
- Passo 2: traduzir a dor em custo — "quanto isso te custa por mês?"
- Passo 3: apresentar o número de retorno — "se a gente resolver isso, em quanto tempo o investimento volta?"
- Passo 4: fazer o cliente calcular junto — "você consegue calcular comigo?"
- Passo 5: se necessário, indicar o caminho de crédito — "quer que eu te mostre como viabilizar o investimento?"
1. Qual é a lógica central da venda por ROI, baseada no modelo de painel solar?
2. Para pizzaria, qual é a "conta de luz" — o custo existente que a solução substitui?
3. Por que você deve fazer o cliente calcular o ROI junto com você — e não apresentar os números prontos?
4. Quando você deve falar sobre crédito e financiamento com o cliente?
5. Qual self service com 150 clientes/dia e ticket de R$35 pode ganhar por mês com 20% de aumento no consumo?
O método Electa de fechamento
Do primeiro contato ao fechamento. O seu papel em cada etapa, quando acionar a Electa e como tratar as objeções que mais travam vendas no segmento.
- Etapa 1 — Identificação: você encontra o prospect (indicação, relacionamento, tráfego) e qualifica: está no momento? Tem dor ativa?
- Etapa 2 — Diagnóstico: primeira visita. Você observa, pergunta, mapeia a dor sem falar de produto
- Etapa 3 — ROI: você traduz a dor em custo e apresenta o retorno. Cliente começa a calcular
- Etapa 4 — Proposta técnica: você aciona a Electa. Equipe técnica entra com projeto e proposta formal
- Etapa 5 — Fechamento: você e a Electa conduzem juntos. Objeções finais são tratadas. Contrato assinado
Antes de entrar: pesquise o negócio. Instagram, Google Maps, avaliações. Entenda o porte, o estilo, o que vendem. Chegue sabendo o nome do dono.
Nos primeiros 5 minutos: não fale de produto. Observe o espaço aplicando o checklist do módulo 2.4. Peça para ver a área de produção.
A pergunta de abertura: "Estou conhecendo algumas operações do segmento na região — você me conta como está o dia a dia aqui, qual é a maior dificuldade operacional que você enfrenta?"
Nos próximos 20 minutos: ouça. Anote. Faça perguntas de aprofundamento. Não interrompa com solução.
No final: "Com base no que você me contou, eu tenho algumas ideias que podem fazer sentido. Posso voltar na próxima semana com uma análise mais estruturada?"
Na segunda visita você chega com o diagnóstico estruturado e o cálculo de ROI preparado — mas não pronto para apresentar. Pronto para construir junto.
Estrutura da segunda visita:
- Retome o que o cliente falou na primeira visita: "você me disse que o maior problema era X"
- Mostre que você trabalhou nisso: "fiz algumas contas com base no que você me contou"
- Conduza o cálculo de ROI junto — pergunte os números, não apresente
- Se o cliente estiver engajado: "faz sentido a gente pedir um projeto mais detalhado para ver como isso ficaria no seu espaço?"
-
"Está caro."
Resposta: "Mais caro que o quê? Se o custo que você já tem hoje se paga em X meses, o que exatamente está caro?" -
"Vou pensar."
Resposta: "Claro. O que você ainda precisa entender melhor para tomar essa decisão? Posso ajudar com essa parte." -
"Não é o momento."
Resposta: "Entendo. Quando seria o momento ideal? O que precisa acontecer para o momento chegar?" -
"Já tenho equipamento."
Resposta: "Quanto tempo faz? Ele ainda resolve o volume que você tem hoje? O que você mudaria se pudesse?" -
"Não tenho dinheiro."
Resposta: "Se a gente encontrar uma forma de financiar sem comprometer seu caixa — e o investimento se paga em menos de 18 meses — isso muda alguma coisa?"
A maior causa de venda perdida no consultivo não é o preço. É a pressão fora do tempo.
Sinais de que o cliente ainda não está pronto:
- Ele ainda não conseguiu visualizar o ROI
- O sócio ou cônjuge ainda não está na conversa
- Ele ainda não viu um projeto ou referência visual
- Ele ainda está comparando com concorrentes
Nem todo lead fecha no primeiro ou segundo contato. A venda consultiva de alto ticket costuma ter ciclo de 30 a 90 dias. Manter o relacionamento vivo sem ser inconveniente é uma habilidade.
- Envie conteúdo relevante — não propaganda. Um artigo sobre aumento de ticket médio em padarias, por exemplo
- Use o pretexto de novidade: "acabou de chegar uma solução que pode fazer sentido para o seu caso — posso te mostrar?"
- Retome com o que ele disse: "você me falou que queria reformar antes do verão — como está esse plano?"
- Marque datas: "posso ligar semana que vem para ver como você está pensando?"
O cliente está pronto para fechar quando:
- Pergunta sobre prazo de entrega
- Pergunta sobre garantia ou assistência
- Começa a falar sobre onde vai instalar
- Chama o sócio ou cônjuge para a conversa
- Pergunta sobre formas de pagamento
Nesse momento, não recue. Não "vou mandar mais informação". Avance:
1. Em qual etapa do funil você aciona a equipe técnica da Electa?
2. Quando o cliente diz "está caro", qual é a resposta correta?
3. Qual é o sinal mais claro de que o cliente está pronto para fechar?
4. Qual é o erro fatal que mais destrói vendas consultivas de alto ticket?
5. Na primeira visita, qual deve ser a pergunta de abertura?
Operação no CRM Odoo
Toda a sua operação como parceiro Electa vive no Odoo. Lead, pipeline, proposta, comunicação com a equipe e comissão — tudo em um lugar só.
Representante que não usa CRM perde dinheiro. Não porque a ferramenta é mágica — mas porque memória falha, agenda falha e anotação em papel some.
O Odoo CRM da Electa faz três coisas por você:
- Não deixa lead esfriar: você sabe exatamente quando foi o último contato e qual é o próximo passo
- Prova o que você fez: sua comissão é calculada com base nos leads registrados e nas vendas fechadas que passaram pelo seu pipeline
- Conecta você à Electa: quando você aciona o time técnico, tudo fica registrado — sem ruído, sem retrabalho
O pipeline do Odoo tem 6 etapas. Cada lead deve estar sempre em uma delas:
- Novo: prospect identificado, ainda não contatado ou primeiro contato feito
- Qualificado: você confirmou que há dor ativa e o cliente está no momento
- Diagnóstico feito: primeira visita realizada, dor mapeada, próxima visita agendada
- ROI apresentado: cálculo de retorno feito com o cliente, projeto solicitado
- Proposta enviada: equipe Electa entrou, proposta formal em mãos do cliente
- Fechado / Perdido: resultado final registrado com motivo
Assim que você identificar um prospect, cadastre imediatamente. Não espere a segunda visita.
- Nome do estabelecimento e nome do dono
- Segmento: pizzaria, padaria, hamburgueria, self service
- Como chegou até você: indicação, visita, tráfego
- Primeiro contato realizado: data e resumo do que foi conversado
- Próximo passo: o que você vai fazer e quando — com data agendada no sistema
- Estimativa de valor: mesmo que preliminar, coloque um número. Ajuda a priorizar
Quando o cliente está pronto para receber proposta técnica, você aciona a Electa dentro do próprio Odoo. Não por WhatsApp, não por e-mail avulso.
O que você preenche antes de acionar:
- Segmento e dor principal identificada
- Número de funcionários na produção
- Volume aproximado de produção ou clientes por dia
- Medidas do espaço disponível — fotos se possível
- Orçamento aproximado que o cliente mencionou
- Prazo de decisão que o cliente indicou
Sua comissão é calculada automaticamente no Odoo quando a venda é fechada e o lead está registrado no seu nome.
Regras básicas:
- Comissão é paga sobre o valor líquido do contrato assinado
- O percentual varia por linha de produto — você recebe a tabela de comissões no onboarding
- Pagamento ocorre após confirmação do sinal ou primeira parcela do cliente
- Você acompanha em tempo real no painel do parceiro no Odoo
Todo parceiro que performa bem tem uma rotina semanal simples no Odoo:
- Segunda-feira: revise o pipeline. Quais leads estão parados há mais de 7 dias? Por quê?
- Ao longo da semana: registre todo contato feito — visita, ligação, mensagem — com resumo e próximo passo
- Antes de qualquer visita: abra o lead no Odoo e releia o histórico. Você vai lembrar de detalhes que o cliente vai perceber
- Sexta-feira: agende os próximos passos da semana seguinte. Nada fica sem data
1. O que acontece com sua comissão se o lead não está registrado no Odoo?
2. Qual etapa do pipeline indica que o cliente validou o ROI e a Electa deve ser acionada?
3. Por que você deve preencher todas as informações do cliente antes de acionar a equipe técnica?
4. Qual a rotina semanal recomendada no Odoo para um parceiro de alta performance?
5. Qual das três funções do CRM Odoo é mais diretamente ligada ao recebimento da sua comissão?
Você está certificado
24 horas. 6 módulos. Agora você é um projetista comercial parceiro Electa.
Certificado de conclusão
Projetista Comercial Food Service
Programa de Parceiros Certificados Electa
Certifica que [nome do parceiro] concluiu com aprovação o programa de formação em projeto comercial e método de venda para o segmento food service, carga horária de 24 horas, habilitado a atuar como parceiro Electa na região de [cidade / estado].
Diretor Electa
Data de emissão
Válido por 2 anos · Renovável · Electa — soluções para food service
Próximo passo
Acesse o CRM Odoo, registre seu primeiro lead e agende sua primeira visita. A Electa está na retaguarda.
Compartilhe
Poste seu certificado no LinkedIn e Instagram. Você agora é referência em projeto comercial food service na sua região.
Projetista Comercial Food Service
Formação completa para representar a Electa na sua região. Você aprende a identificar oportunidades, calcular retorno e conduzir o cliente até o fechamento — com a Electa na retaguarda técnica e de projeto.
O dono decide emocionalmente — mas quem valida é o contador. Entender isso muda a ordem das conversas.
O arquiteto entra antes do equipamento. Chegar na obra certa é mais barato que recuperar um cliente que já escolheu o concorrente.
Em redes, a decisão sobe para o sócio ou franqueador. Identificar o nível certo de interlocutor evita semanas perdidas.
Como mapear a cadeia em 10 minutos de conversa informal — sem parecer que está fazendo entrevista.
Dor central: custo de folha na produção. 2 a 3 pessoas para manter volume no pico.
Oportunidade: estação que elimina 1 funcionário sem perder capacidade. ROI calculado em folha economizada.
Entrada natural: "quanto você gasta de folha só na produção?" — essa pergunta abre a conversa certa.
Dor central: ticket médio estagnado. Cliente serve o que vê — e se não vê, não pede.
Oportunidade: exposição que gera impulso. +20% de consumo no dia sem contratar ninguém.
Entrada natural: "você já calculou quanto deixa de faturar por prato que o cliente não viu?"
Dor central: gargalo na montagem — mesa esperando, cliente impaciente, giro travado.
Oportunidade: estação de montagem rápida que aumenta throughput e libera mesas mais rápido.
Dor central: vitrine que não converte. Produto bom, apresentação ruim, venda perdida na frente do balcão.
Oportunidade: vitrine que posiciona o produto na decisão do cliente antes do atendimento abrir a boca.
Fluxo do cliente: da entrada à decisão de compra. Cada obstáculo é venda perdida.
Exposição do produto: o que está visível é o que é escolhido. Posição vende mais que cardápio.
Fluxo de produção: da cozinha ao balcão. Gargalo aqui trava tudo que está na frente.
Ticket médio: quanto cada cliente gasta por visita. Vitrine e exposição impactam diretamente.
Giro de mesa: quantas vezes a mesa é ocupada por turno. Velocidade de produção é o gargalo.
Custo de folha: o maior custo variável da maioria dos negócios. É aqui que o ROI da Electa mora.
Margem de contribuição: o que sobra depois dos custos variáveis. Investimento que reduz custo aumenta margem.
Resolve: volume de produção com menos mão de obra. Indicada quando a folha é a dor principal.
Argumento: "essa estação entrega o mesmo volume com um funcionário a menos."
Resolve: velocidade de montagem e consistência. Indicada quando giro de mesa é o problema.
Argumento: "mais mesas servidas por hora, mesma equipe, mesmo cardápio."
Resolve: versatilidade de produção em espaço reduzido. Indicada para negócios com cardápio variado que não podem ter linha separada por produto.
Vitrines Lux: posicionamento premium. Indicada para padarias e confeitarias de ticket alto onde o produto precisa se vender pela aparência.
Vitrines Self: exposição para autosserviço. Indicada quando o cliente precisa decidir sozinho e rápido — impulso é a mecânica.
Como identificar qual linha o negócio precisa: observe o tempo que o cliente fica olhando antes de pedir. Pouco tempo = precisa de vitrine de impulso. Muito tempo = precisa de vitrine que eduque.
Alto volume, variedade, fluxo contínuo. Quanto mais o cliente vê, mais pega. Ticket médio cresce com a exposição.
Atendimento no balcão com exposição frontal. Une velocidade com impulso. O cliente vê antes de pedir.
Fluxo acelerado. Tempo do cliente é curto e a decisão precisa ser imediata. Redução de fricção é o valor.
"Você tem problema de calor na cozinha?" — essa pergunta abre conversa de reforma completa.
Exaustão resolvida é pré-requisito para qualquer outra solução funcionar bem. É o argumento que justifica o projeto completo antes de falar em estação ou vitrine.
Estabelecimentos em reforma sempre têm esse problema na pauta. Chegar com solução antes que o arquiteto especifique o concorrente é a janela de oportunidade.
Fluxo de pessoas: onde há gargalo, onde está vazio, onde o cliente hesita antes de decidir.
Estado dos equipamentos atuais: idade, manutenção, adequação ao volume atual.
Equipe na produção: quantos, fazendo o quê, onde está o desperdício de mão de obra visível.
Vitrine e exposição: o que está visível, o que está escondido, o que poderia vender mais com melhor posição.
"Qual é o seu maior custo fixo hoje?" — sem pressão, como curiosidade genuína.
"Você já pensou em reformar ou tem algo em mente para o próximo ano?"
"O que te impede de vender mais hoje?" — essa pergunta abre tudo de uma vez.
Nunca mostrar catálogo na primeira visita. Produto antes de dor identificada não converte.
Nunca falar em preço antes de apresentar ROI. Preço sem contexto é só custo.
Nunca falar mal do equipamento atual do cliente — ele comprou aquilo e tem orgulho. Crítica cria defesa.
Painel solar não vende painel — vende conta de luz zerada em X anos. Você não vende estação — vende o funcionário eliminado ou a venda gerada.
O investimento desaparece da conversa quando o retorno é maior e mais concreto que o preço.
Pizza: "Me conta quanto você paga de folha na produção." Calcula o mês de retorno na frente dele com os números que ele deu.
Self: "Qual é seu ticket médio hoje? E quantos clientes por dia?" Aplica os 20% de impulso e mostra o número mensal gerado.
Hambúrguer: "Quantas mesas você vira por hora no pico?" Calcula o que está perdendo por gargalo de montagem.
Padaria: "Quantos clientes passam pelo balcão e não compram nada?" Mostra o que vitrine correta converteria.
O cliente fez pelo menos uma pergunta técnica — dimensão, prazo, capacidade. Sinal de interesse real.
O cliente confirmou que tem orçamento ou está em processo ativo de reforma.
O cliente pediu proposta — mesmo que informal: "quanto custaria algo assim?"
Nome, segmento, cidade, nome do decisor e contato direto.
Dor identificada com as palavras que o cliente usou — não sua interpretação, o que ele disse literalmente.
Tamanho aproximado do negócio e urgência percebida. Nunca passar lead frio como quente.
"Está caro." → "Caro em relação a quê? Me deixa mostrar o que isso gera por mês — aí você decide se é custo ou investimento."
"Não é o momento." → "Entendo. Quando seria o momento? Porque reforma em andamento sai bem mais barato que retrofit depois da obra fechada."
"Vou pensar." → "Claro. O que falta para você decidir? Posso trazer mais alguma informação que ajude?"
"Já tenho equipamento." → "Sei. Ele está dando conta do volume atual? Pergunto porque muita coisa mudou em eficiência nos últimos anos."
"Não tenho verba agora." → "Tudo bem. Existe opção de financiamento que não compromete o caixa imediato. Quer que eu te mostre como funciona?"
1 — Identifica a dor. 2 — Quantifica a perda atual. 3 — Mostra o retorno da solução. 4 — Apresenta o investimento. 5 — Oferece o caminho de crédito se necessário.
Quando o cliente chega no preço depois do ROI calculado, a pergunta muda de "isso é caro?" para "como eu viabilizo isso?" São conversas completamente diferentes.
Sicoob Parceiro Mais: crédito vinculado à compra, o dinheiro vai direto ao fornecedor. Indicado para clientes próximos de cooperativa Sicoob.
Banco BV Vendor: banco paga a Electa à vista, cliente paga o banco em parcelas. Não precisa ter conta no BV.
Cartão BNDES: se o cliente já tem, use. Limite pré-aprovado, parcelas fixas, taxa abaixo do mercado.
Nunca garanta aprovação. Nunca cite taxa específica. Nunca prometa prazo de liberação. Indique o caminho — quem aprova é o banco.
"Você tem contador? Porque o retorno que calculamos aqui vale ser validado com ele antes de você decidir." — essa frase pede o contato de forma natural, sem pressão.
Com o contador, a conversa é sobre fluxo de caixa, não sobre equipamento. "O investimento se paga em X meses — como encaixa no planejamento financeiro deles?"
Contador que valida vira aliado. Ele vai continuar recomendando esse tipo de investimento para outros clientes dele.
Nome do estabelecimento, segmento, cidade, nome do decisor e contato direto.
Dor identificada com as palavras que o cliente usou — não sua interpretação, o que ele disse literalmente.
Próximo passo combinado e data de follow-up. Lead sem próximo passo definido é lead morto.
Prospecção → Visita realizada → Proposta enviada → Em negociação → Fechado
Mova o lead de etapa após cada ação concreta. Pipeline parado não é realidade — é ilusão.
Cada fechamento é vinculado ao parceiro que originou o lead no CRM. Data de registro é o critério.
Comissão é calculada sobre o valor do pedido fechado. Percentual informado no contrato de parceria.
Acompanhe pelo painel de relatórios no Odoo: oportunidades em aberto, fechadas no mês, comissões a receber.
Certificado de Projetista Comercial Food Service emitido ao concluir todos os módulos com aproveitamento.
Projetista Comercial Food Service
Formação completa para representar a Electa na sua região. Você aprende a identificar oportunidades, calcular retorno e conduzir o cliente até o fechamento — com a Electa na retaguarda técnica e de projeto.
O dono decide emocionalmente — mas quem valida é o contador. Entender isso muda a ordem das conversas.
O arquiteto entra antes do equipamento. Chegar na obra certa é mais barato que recuperar um cliente que já escolheu o concorrente.
Em redes, a decisão sobe para o sócio ou franqueador. Identificar o nível certo de interlocutor evita semanas perdidas.
Como mapear a cadeia em 10 minutos de conversa informal — sem parecer que está fazendo entrevista.
Dor central: custo de folha na produção. 2 a 3 pessoas para manter volume no pico.
Oportunidade: estação que elimina 1 funcionário sem perder capacidade. ROI calculado em folha economizada.
Entrada natural: "quanto você gasta de folha só na produção?" — essa pergunta abre a conversa certa.
Dor central: ticket médio estagnado. Cliente serve o que vê — e se não vê, não pede.
Oportunidade: exposição que gera impulso. +20% de consumo no dia sem contratar ninguém.
Entrada natural: "você já calculou quanto deixa de faturar por prato que o cliente não viu?"
Dor central: gargalo na montagem — mesa esperando, cliente impaciente, giro travado.
Oportunidade: estação de montagem rápida que aumenta throughput e libera mesas mais rápido.
Dor central: vitrine que não converte. Produto bom, apresentação ruim, venda perdida na frente do balcão.
Oportunidade: vitrine que posiciona o produto na decisão do cliente antes do atendimento abrir a boca.
Fluxo do cliente: da entrada à decisão de compra. Cada obstáculo é venda perdida.
Exposição do produto: o que está visível é o que é escolhido. Posição vende mais que cardápio.
Fluxo de produção: da cozinha ao balcão. Gargalo aqui trava tudo que está na frente.
Ticket médio: quanto cada cliente gasta por visita. Vitrine e exposição impactam diretamente.
Giro de mesa: quantas vezes a mesa é ocupada por turno. Velocidade de produção é o gargalo.
Custo de folha: o maior custo variável da maioria dos negócios. É aqui que o ROI da Electa mora.
Margem de contribuição: o que sobra depois dos custos variáveis. Investimento que reduz custo aumenta margem.
Resolve: volume de produção com menos mão de obra. Indicada quando a folha é a dor principal.
Argumento: "essa estação entrega o mesmo volume com um funcionário a menos."
Resolve: velocidade de montagem e consistência. Indicada quando giro de mesa é o problema.
Argumento: "mais mesas servidas por hora, mesma equipe, mesmo cardápio."
Resolve: versatilidade de produção em espaço reduzido. Indicada para negócios com cardápio variado que não podem ter linha separada por produto.
Vitrines Lux: posicionamento premium. Indicada para padarias e confeitarias de ticket alto onde o produto precisa se vender pela aparência.
Vitrines Self: exposição para autosserviço. Indicada quando o cliente precisa decidir sozinho e rápido — impulso é a mecânica.
Como identificar qual linha o negócio precisa: observe o tempo que o cliente fica olhando antes de pedir. Pouco tempo = precisa de vitrine de impulso. Muito tempo = precisa de vitrine que eduque.
Alto volume, variedade, fluxo contínuo. Quanto mais o cliente vê, mais pega. Ticket médio cresce com a exposição.
Atendimento no balcão com exposição frontal. Une velocidade com impulso. O cliente vê antes de pedir.
Fluxo acelerado. Tempo do cliente é curto e a decisão precisa ser imediata. Redução de fricção é o valor.
"Você tem problema de calor na cozinha?" — essa pergunta abre conversa de reforma completa.
Exaustão resolvida é pré-requisito para qualquer outra solução funcionar bem. É o argumento que justifica o projeto completo antes de falar em estação ou vitrine.
Estabelecimentos em reforma sempre têm esse problema na pauta. Chegar com solução antes que o arquiteto especifique o concorrente é a janela de oportunidade.
Fluxo de pessoas: onde há gargalo, onde está vazio, onde o cliente hesita antes de decidir.
Estado dos equipamentos atuais: idade, manutenção, adequação ao volume atual.
Equipe na produção: quantos, fazendo o quê, onde está o desperdício de mão de obra visível.
Vitrine e exposição: o que está visível, o que está escondido, o que poderia vender mais com melhor posição.
"Qual é o seu maior custo fixo hoje?" — sem pressão, como curiosidade genuína.
"Você já pensou em reformar ou tem algo em mente para o próximo ano?"
"O que te impede de vender mais hoje?" — essa pergunta abre tudo de uma vez.
Nunca mostrar catálogo na primeira visita. Produto antes de dor identificada não converte.
Nunca falar em preço antes de apresentar ROI. Preço sem contexto é só custo.
Nunca falar mal do equipamento atual do cliente — ele comprou aquilo e tem orgulho. Crítica cria defesa.
Painel solar não vende painel — vende conta de luz zerada em X anos. Você não vende estação — vende o funcionário eliminado ou a venda gerada.
O investimento desaparece da conversa quando o retorno é maior e mais concreto que o preço.
Pizza: "Me conta quanto você paga de folha na produção." Calcula o mês de retorno na frente dele com os números que ele deu.
Self: "Qual é seu ticket médio hoje? E quantos clientes por dia?" Aplica os 20% de impulso e mostra o número mensal gerado.
Hambúrguer: "Quantas mesas você vira por hora no pico?" Calcula o que está perdendo por gargalo de montagem.
Padaria: "Quantos clientes passam pelo balcão e não compram nada?" Mostra o que vitrine correta converteria.
O cliente fez pelo menos uma pergunta técnica — dimensão, prazo, capacidade. Sinal de interesse real.
O cliente confirmou que tem orçamento ou está em processo ativo de reforma.
O cliente pediu proposta — mesmo que informal: "quanto custaria algo assim?"
Nome, segmento, cidade, nome do decisor e contato direto.
Dor identificada com as palavras que o cliente usou — não sua interpretação, o que ele disse literalmente.
Tamanho aproximado do negócio e urgência percebida. Nunca passar lead frio como quente.
"Está caro." → "Caro em relação a quê? Me deixa mostrar o que isso gera por mês — aí você decide se é custo ou investimento."
"Não é o momento." → "Entendo. Quando seria o momento? Porque reforma em andamento sai bem mais barato que retrofit depois da obra fechada."
"Vou pensar." → "Claro. O que falta para você decidir? Posso trazer mais alguma informação que ajude?"
"Já tenho equipamento." → "Sei. Ele está dando conta do volume atual? Pergunto porque muita coisa mudou em eficiência nos últimos anos."
"Não tenho verba agora." → "Tudo bem. Existe opção de financiamento que não compromete o caixa imediato. Quer que eu te mostre como funciona?"
1 — Identifica a dor. 2 — Quantifica a perda atual. 3 — Mostra o retorno da solução. 4 — Apresenta o investimento. 5 — Oferece o caminho de crédito se necessário.
Quando o cliente chega no preço depois do ROI calculado, a pergunta muda de "isso é caro?" para "como eu viabilizo isso?" São conversas completamente diferentes.
Sicoob Parceiro Mais: crédito vinculado à compra, o dinheiro vai direto ao fornecedor. Indicado para clientes próximos de cooperativa Sicoob.
Banco BV Vendor: banco paga a Electa à vista, cliente paga o banco em parcelas. Não precisa ter conta no BV.
Cartão BNDES: se o cliente já tem, use. Limite pré-aprovado, parcelas fixas, taxa abaixo do mercado.
Nunca garanta aprovação. Nunca cite taxa específica. Nunca prometa prazo de liberação. Indique o caminho — quem aprova é o banco.
"Você tem contador? Porque o retorno que calculamos aqui vale ser validado com ele antes de você decidir." — essa frase pede o contato de forma natural, sem pressão.
Com o contador, a conversa é sobre fluxo de caixa, não sobre equipamento. "O investimento se paga em X meses — como encaixa no planejamento financeiro deles?"
Contador que valida vira aliado. Ele vai continuar recomendando esse tipo de investimento para outros clientes dele.
Nome do estabelecimento, segmento, cidade, nome do decisor e contato direto.
Dor identificada com as palavras que o cliente usou — não sua interpretação, o que ele disse literalmente.
Próximo passo combinado e data de follow-up. Lead sem próximo passo definido é lead morto.
Prospecção → Visita realizada → Proposta enviada → Em negociação → Fechado
Mova o lead de etapa após cada ação concreta. Pipeline parado não é realidade — é ilusão.
Cada fechamento é vinculado ao parceiro que originou o lead no CRM. Data de registro é o critério.
Comissão é calculada sobre o valor do pedido fechado. Percentual informado no contrato de parceria.
Acompanhe pelo painel de relatórios no Odoo: oportunidades em aberto, fechadas no mês, comissões a receber.
Certificado de Projetista Comercial Food Service emitido ao concluir todos os módulos com aproveitamento.